Depois de Budapeste, depois do Danúbio – volta ao ateliê

Depois de Budapeste, depois do Danúbio – volta ao ateliê

Acabei de voltar de Budapeste, depois de ter passado um mês a ver, ouvir, fotografar e atenta a todos os ecos interiores que pude perceber ao viver esta cidade majestosa e decadente.

As palavras de Claudio Magris no seu livro “Danúbio” foram o meu primeiro guia, a partir do qual aceitei todas as derivações e desvios.
Agora, inicio o trabalho de ateliê: trata-se de ouvir e ver todo o material fotográfico e sonoro.
Até breve!

Intercâmbio artístico Lisboa-Budapeste 2018

Intercâmbio artístico Lisboa-Budapeste 2018

Durante o mês de julho de 2018 estarei em residência artística em Budapeste na Budapeste Galéria, para desenvolver um trabalho a que chamei: De Lisboa e Budapeste ou do Tejo e do Danúbio.

A Budapest Galéria é a estrutura municipal de arte contemporânea de Budapeste: as suas actividades incluem a instalação de obras contemporâneas no espaço público, a organização de exposições nas suas instalações no coração de Budapeste e o intercâmbio de artistas em residência.

Um intercâmbio promovido pela Câmara Municipal de Lisboa no âmbito do protocolo Lisboa-Budapeste, cidades geminadas .

A partir da experiência adquirida ao fotografar o Tejo e de uma releitura do “Danúbio” de Claudio Magris, proponho-me voltar a olhar e a ouvir o rio Danúbio.

Vista da  edição “Viagem ao Estrangeiro – Magyar Körztársaság ou Hungria, 12 dias de setembro de 2008” realizado após uma primeira viagem à Hungria.

Catálogo da exposição “Les maletes de Walter Benjamin – Dispositius Migratoris”

Catálogo da exposição “Les maletes de Walter Benjamin – Dispositius Migratoris”

Catálogo da exposição colectiva e itinerária « Les Maletes de Walter Benjamin – Dispositius Migratoris ».
Portbou, Madrid e Barcelona, entre Setembro de 2016 e Setembro de 2017.
Editado pela Escola de Verão Walter Benjamin, em Portbou, 2016.

De uma mala, aparentemente vazia, emana um relato sonoro de 20 minutos realizado a partir das gravações feitas ao longo das missões fotográficas da Travessia.
Trata-se de evocar: por um lado, a passagem de fronteiras – neste caso a luso-espanhola – como uma metáfora da transição de uma condição a outra; e por outro, de problemáticas benjamianas desde o flâneur anónimo, à memória, à aura, à narração, à transmissão.

Conversas à volta da Luz

Conferências “Conversas à volta da Luz” :  percursos femininos – Oficinas do Convento, Montemor-o-Novo, outubro de 2016
“A vontade num percurso”